mãe segurando seu bebê recém nascido

Para a maioria das mulheres a gravidez e a maternidade são uma alegria – pelo menos em parte do tempo. Mas a maioria das mães também sente preocupação, decepção, culpa, competição, frustração e até mesmo raiva e medo.

Tornar-se mãe é uma mudança de identidade que além das mudanças físicas, são as psicológicas as mais significativas que uma mulher irá experimentar.

O processo de se tornar mãe, que os antropólogos chamam de “matrescência”, não tem sido explorado de forma ampla na comunidade médica. Em vez de se concentrar na transição de identidade da mulher, a maior parte das pesquisas são focadas no bebê. Mas a história de uma mulher, além de como seu psicológico é afetado, é merecedora de um olhar mais cuidadoso e profissional. É claro que essa transição também é significativa para os pais e parceiros, mas as mulheres que passam pelas mudanças hormonais da gravidez podem ter uma experiência neurobiológica específica.

Quando as pessoas têm mais conhecimento sobre suas emoções, elas podem ter mais controle sobre seus comportamentos. Assim, mesmo quando o foco permanece na criança, compreender a psicologia das mulheres grávidas e as puérperas (período logo após o parto, onde o corpo da mulher passa por uma série de modificações físicas e psicológicas) pode ajudar a promover uma educação mais saudável. Mães com maior consciência de seu estado psicológico podem ser mais empáticas com as emoções de seus filhos.

Conhecer os desafios da maternidade, irá normalizar e validar como as novas mães podem estar se sentindo. Estas são as quatro principais coisas a serem observadas:

Dinâmica da Família em Mudança:

Ter um bebê é um ato de criação. A gravidez é mais do que criar um novo humano, também está criando uma nova família. O bebê é o catalisador que abrirá novas possibilidades para conexões mais íntimas, bem como novas tensões no relacionamento mais próximo de uma mulher com seu parceiro, irmãos e amigos.

Ambivalência:

A psicoterapeuta britânica Rozsika Parker escreveu em “Dividido em dois: a experiência da ambivalência materna” sobre a atração e o desejo de ter uma criança próxima, e também de desejar o espaço (física e emocionalmente) como um fato normal da maternidade. A ambivalência é um sentimento que surge nos papéis e relacionamentos em que a pessoa mais investiu, porque eles são sempre um ato de malabarismo entre dar e receber. A maternidade não é exceção. Parte do motivo pelo qual as pessoas têm dificuldade em lidar com a ambivalência é que é desconfortável sentir duas coisas opostas ao mesmo tempo.

Na maioria das vezes, a experiência da maternidade não é boa nem ruim, é boa e ruim. É importante aprender a tolerar e até se sentir confortável com o desconforto da ambivalência.

Fantasia x Realidade:

Quando chega o bebê, uma mulher já desenvolveu sentimentos sobre seu bebê fantasioso. Conforme a gravidez progride, uma mulher cria uma história sobre seu filho fictício e se torna emocionalmente envolvida nessa história.

As fantasias de gravidez e maternidade de uma mulher são informadas pelas suas observações das experiências da sua própria mãe e de outras parentes e amigas e de sua comunidade e cultura. Elas podem ser poderosas o suficiente para que a realidade desapareça se não se alinhar com sua visão.

Culpa, vergonha e “a mãe boa o suficiente”:

Há também a mãe ideal na mente de uma mulher. Ela é sempre alegre e feliz e sempre coloca as necessidades da criança em primeiro lugar. Ela tem poucas necessidades próprias. Ela não toma decisões que ela lamenta. A maioria das mulheres se compara a essa mãe, mas elas nunca se medem porque ela é uma fantasia. Algumas mulheres acham que “bom o suficiente” não é aceitável, porque soa como se não tivessem realmente dando conta da situação. Mas lutar pela perfeição faz com que as mulheres sintam vergonha e culpa.

As mães se sentirão culpadas porque estão sempre fazendo escolhas desafiadoras e às vezes impossíveis. Às vezes elas são obrigadas a colocar suas próprias necessidades sobre as de seus filhos. A maioria das mulheres não fala sobre se sentir envergonhada porque geralmente é algo que elas não querem que mais ninguém saiba. Vergonha é a sensação de que há algo errado comigo. Isso geralmente é o resultado de se comparar a um padrão irrealista e inatingível.

Quando as mulheres se sentem perdidas em algum lugar entre quem eram antes da maternidade e quem elas acham que deveriam ser agora, muitas se preocupam que algo esteja terrivelmente errado, quando na verdade esse desconforto é absolutamente normal.

Muitas mulheres têm vergonha de falar abertamente sobre suas experiências complicadas por medo de serem julgadas. Esse tipo de isolamento social pode até mesmo desencadear uma depressão pós-parto.

Dar à luz uma nova identidade pode ser tão exigente quanto dar à luz  um bebê. Com a mãe nasce um universo inteiro, de descobertas e presentes singelos que se fazem únicos. Em cada olhar, gesto ou forma de agir diante de situações novas, tudo é primeiro, tudo é curioso. 

Num artigo intitulado “A mãe dedicada comum”, escrito em 1966, o pediatra e psicanalista Donald Winnicott descreveu um estado psicológico especial, um modo típico que acomete as mulheres gestantes no final da gestação e nas semanas que sucedem o parto.

Trata-se, de uma condição psicológica muito especial, de sensibilidade aumentada, que Winnicott chega a comparar a uma doença, que, no entanto, é considerado normal durante esse período. Ele observa também que não é raro um surto psicótico típico nesse período, o que se denomina psicose puerperal.

Esse período inicial da maternidade vai interferir nas suas emoções, no seu corpo, nas suas interações sociais, mas vai passar. Se você tiver com um prejuízo muito grande em sua vida, procure ajuda, vá a sua ginecologista, converse com uma psicóloga, e não deixe de se apoiar nas pessoas de sua confiança.

Se estiver passando por esse turbilhão de emoções, vamos juntas encontrar as respostas?

O que fazer quando o suicida está ao seu lado

O suicídio é uma tentativa desesperada de escapar do sofrimento que se tornou insuportável. Cega por sentimentos de auto-aversão, desesperança e isolamento. Uma pessoa suicida não vê outra maneira de encontrar alívio, exceto através da morte. Mas, apesar do desejo de que a dor acabe, a maioria das pessoas suicidas está profundamente em conflito quanto ao fim de suas próprias vidas. Eles desejam que haja uma alternativa ao suicídio, mas eles simplesmente não conseguem ver um.

A maioria dos indivíduos suicidas dá sinais de alerta ou intenções. A melhor maneira de prevenir o suicídio é reconhecer esses sinais de alerta e saber como responder se você os detectar. Se você acredita que um amigo ou membro da família é suicida, pode desempenhar um papel importante na prevenção de suicídios, apontando as alternativas, mostrando que você se importa e envolvendo um médico ou psicólogo.

Sinais de alerta de suicídio

Os principais sinais de alerta para o suicídio incluem falar sobre se matar ou se machucar, falar ou escrever muito sobre a morte ou o morrer e procurar coisas que poderiam ser usadas em uma tentativa de suicídio, como armas e drogas. Esses sinais são ainda mais perigosos se a pessoa tiver um distúrbio de humor, como depressão ou transtorno bipolar, sofre de dependência de álcool, já tentou suicídio ou tem antecedentes familiares de suicídio.

Um sinal de alerta mais sutil, mas igualmente perigoso, é a falta de esperança. Estudos descobriram que a desesperança é um forte preditor de suicídio. As pessoas que se sentem desesperadas podem falar sobre sentimentos “insuportáveis”, prever um futuro sombrio e afirmar que não têm nada pelo que esperar.

Outros sinais de alerta que apontam para um quadro mental suicida incluem mudanças dramáticas de humor ou mudanças repentinas de personalidade, exemplo de bem-comportado para rebelde. Uma pessoa suicida também pode perder o interesse nas atividades diárias, negligenciar sua aparência e mostrar grandes mudanças nos hábitos de comer ou dormir.

Os sinais de aviso de suicídio incluem:

Conversa sobre suicídio – Qualquer conversa sobre suicídio, morte ou auto-mutilação, como “Eu gostaria de não ter nascido”, “Se eu te encontrar de novo …” e “Eu estaria melhor morto”.

Busca por meios letais – buscando acesso a armas, pílulas, facas ou outros objetos que possam ser usados em uma tentativa de suicídio.

Preocupação com a morte – Foco incomum na morte ou na violência. Escrever poemas ou histórias sobre a morte.

Falta de esperança para o futuro – sentimentos de desamparo, desesperança e estar preso (“Não há saída”). Crença de que as coisas nunca vão melhorar ou mudar.

Auto-aversão – sentimentos de inutilidade, culpa, vergonha e ódio de si mesmo. Sentindo-se como um fardo (“Todo mundo ficaria melhor sem mim”).

Dizer adeus – visitas, chamadas incomuns ou inesperadas para familiares e amigos. Dizer adeus às pessoas como se elas não fossem mais vistas.

Retirada de outras pessoas – Retirada de amigos e familiares. Aumentando o isolamento social. Desejo de ser deixado sozinho.

Comportamento autodestrutivo – Aumento do uso de álcool ou drogas, direção imprudente, sexo inseguro. Assumindo riscos desnecessários como se tivessem um “desejo de morte”.Súbita sensação de calma – Uma súbita sensação de calma e felicidade após ficar extremamente deprimida pode significar que a pessoa tomou uma decisão de tentar suicídio.

Leve a sério qualquer conversa ou comportamento suicida. Não é apenas um sinal de alerta de que a pessoa está pensando em suicídio – é um pedido de ajuda.

Ao falar com uma pessoa suicida:

O que fazer:

Seja você mesmo. Deixe a pessoa saber que você se importa, que ela não está sozinha. As palavras certas geralmente não são importantes. Se você estiver preocupado, sua voz e maneiras mostrarão isso.

Ouça. Deixe a pessoa suicida descarregar o desespero, desabafar a raiva. Não importa o quão negativa a conversa pareça, o fato de estar ocorrendo é um sinal positivo.

Seja compreensivo, não julgue, seja paciente, calmo e aceite. Seu amigo ou membro da família está fazendo a coisa certa falando sobre seus sentimentos.

Ofereça esperança. Tranquilize a pessoa de que a ajuda está disponível e que os sentimentos suicidas são temporários. Informe a pessoa de que sua vida é importante para você.

O que não fazer:

Discutir com a pessoa suicida. Evite dizer coisas como: “Você tem muito pelo que viver”, “Seu suicídio machucará sua família” ou “Olhe pelo lado positivo”.

Ficar chocado diante da pessoa, e fazer uma palestra sobre o valor da vida ou dizer que o suicídio está errado.

Prometer confidencialidade. Recuse-se a jurar segredo. Há uma vida em risco e você pode precisar falar com um profissional de saúde mental para manter a pessoa suicida em segurança. Se você promete manter suas discussões em segredo, pode ter que quebrar sua palavra.

Ofereça maneiras de resolver seus problemas, ou dar conselhos, ou fazê-los sentir que precisam justificar seus sentimentos suicidas. Não se trata de quão ruim é o problema, mas de como está prejudicando seu amigo ou ente querido.

Se você está tendo dificuldades para lidar com o suicídio de um amigo ou parente, é melhor conversar com outra pessoa em quem você confia e procure ajuda profissional. Estou aqui para ajudá-lo.

Suicídio ainda ainda é tabu

Apesar de ser um problema de saúde pública, com tendência de crescimento nos próximos anos, pois acompanha a expansão de doenças como a depressão, o suicídio ainda é um tabu no Brasil. Dificuldade de obter dados, preconceito e medo de estimular a prática da fala, são fatores que dificultam a discussão e a prevenção.

Suicídio em nossa sociedade.

Ao longo dos séculos, por razões morais e religiosas, o suicídio foi considerado um dos piores pecados, talvez o pior que um ser humano pudesse cometer. Esse tabu, que tem raízes profundas em nossa cultura, se transformou em um problema e ocultou uma triste realidade: que pode afetar qualquer pessoa a qualquer momento da vida, independentemente do status socioeconômico, idade, raça, sexo ou religião. E também está intimamente ligado a transtornos mentais que tiram a liberdade de escolha de um indivíduo.

Transtornos mentais, como depressão, transtornos bipolares e de personalidade, dependência química e esquizofrenia, que quando somados e não diagnosticados ou tratados inadequadamente, representam aproximadamente 80% dos casos. As situações estressantes da vida, para esses indivíduos já fragilizados, como dificuldades financeiras e ou emocionais, também são um fator significativo e podem desencadear o suicídio.

Problema de saúde pública

Os números em si devem ser suficientes para convencer alguém de que a questão não deve ser vista como um tabu, mas considerada como realmente é: um sério problema de saúde pública. Só para se ter uma idéia de sua magnitude, de 2007 a 2016, foram registrados 106.374 mortes por suicídio no Brasil. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 804.000 pessoas no mundo morreram dessa maneira. No Brasil, é a quarta maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos, sendo a terceira para homens nesse grupo e, entre as mulheres, a oitava. O suicídio também tem inúmeras repercussões, como o forte impacto que essa morte causa na vida de outras pessoas.

Campanhas de prevenção

Levando tudo isso em consideração, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) está fazendo todo o possível para fornecer informações aos médicos, outros profissionais de saúde e para população. Apoiando campanhas como “Setembro Amarelo”, propondo que, durante a semana de 10 de setembro, tenhamos campanhas e ações para a prevenção do suicídio.

Esse ano, famosos como: Ana Maria Braga, Evaristo Costa, Juliana Paes, Fábio Porchat e outros desativaram suas contas do Instagram por um dia, 10 de setembro, o objetivo  foi causar estranhamento aos usuários da rede social mais popular do mundo.

Quando os famosos fossem pesquisados, eles não seriam encontrados e apareceriam indisponíveis. Com isso, a campanha teve por finalidade causar um espanto e um alerta em mais de 100 milhões de pessoas.

Ao longo do dia, as celebridades retornam às suas contas, explicando o motivo do “sumiço”. Eles se uniram ao Centro de Valorização da Vida (CVV) e tiveram como intuito, também, quebrar o tabu em se falar de saúde mental. Além disso, eles relataram dados trágicos sobre o suicídio e a importância que as campanhas de prevenção têm em combater esse mal. 

Mas ainda há muito a ser feito. A conscientização e a educação pública são cruciais. É importante lembrar que, para uma pessoa depressiva ou com algum transtorno mental, além dos tabus, a dificuldade em pedir ajuda é muito maior. Portanto, temos que estar atentos aos sinais e sempre que tiver alguma desconfiança converse e procure ajuda profissional.

Você sabe como poderia ajudar alguém nessa situação? Tire suas dúvidas!

conheça os sinais de alerta e saiba como ajudar na prevenção do suicídio

Em julho deste ano a depressão, ansiedade e suicídio voltaram a ser destaque na imprensa e nas redes sociais. O motivo foi o suicídio da influenciadora digital Aline Araújo, de 24 anos. Após ser abandonada pelo noivo um dia antes da cerimônia de casamento, ela anunciou que se casaria sozinha. No entanto, um dia após casar-se consigo mesma, ela se jogou do nono andar do prédio onde morava. Aline sofria de depressão e falava abertamente sobre isso no seu perfil do instagram @sejjesincera.

O suicídio de Aline reacendeu o debate sobre a prevenção e tratamento da depressão, e nesse mês de setembro vamos dar voz ao movimento mundial para conscientizar a população sobre a realidade do suicídio e para lembrar as pessoas que não deixem de procurar ajuda.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão atinge mais de 300 milhões de pessoas no mundo. A doença atinge ao menos 5,5% da população brasileira e cada vez mais, jovens e adolescentes da faixa etária entre 15 e 29 anos vem sendo diagnosticados com essa doença, que pode até causar a morte.

Os sintomas das doenças entre os mais jovens podem ser diferenciados e, por isso, é preciso ter bastante atenção com as especificidades. Além do quadro de depressão, Aline também comentava em seu perfil no Instagram sobre os seus problemas com a ansiedade e as crises desencadeadas por esse transtorno. Ainda segundo a OMS, distúrbios relacionados a ansiedade atingem 9,3% dos brasileiros.

As dificuldades emocionais, o isolamento típico, as mudanças hormonais, dúvidas sobre si, lugar no mundo, problemas com a autoestima e até mesmo certa tristeza e rebeldia podem confundir pais e professores com relação aos sinais da doença. Afinal muitos dos indícios da depressão entre jovens e adolescentes podem passar despercebidos, encarados como comportamentos esperados por pessoas destas idades. Se houver uma mudança repentina de atitudes, isso pode ser um indicador de que alguma coisa está errada.

A depressão pode interferir fortemente no desenvolvimento das pessoas nesta fase da vida. Esse período de transição pode ser realmente estressante para muitos e a depressão é uma doença que pode inabilitar de maneira arrebatadora.

Ela é um distúrbio usualmente percebido na fase adulta, mas a verdade é que, comumente, aqueles diagnosticados quando mais velhos apresentaram sintomas de depressão ainda jovens. Em geral é causada por fatores genéticos, ambientais e sociais. Portanto, não é somente pela predisposição que a pessoa sofrerá de depressão; certos estímulos também podem influenciar no aparecimento da doença.

Mas o diagnóstico não é simples e só pode ser dado por um profissional. Além disso, ainda temos que ficar alertas sobre a ansiedade, que é a porta de entrada para transtornos mentais mais sérios, como a própria depressão, e é justamente por isso que ela deve ser identificada e tratada o quanto antes.

Os fatores que levam uma pessoa a cometer suicídio variam, mas é a forma como podemos ajudar o que mais importa. No vídeo a seguir, a especialista no assunto Livia Vitenti explica como podemos ficar atentos a sinais de alerta, o que fazer caso alguém próximo precise de ajuda e onde buscar apoio.

O que fazer para ajudar uma pessoa sob risco de suicídio?

  • Conversar com a pessoa, ouvir o que ela tem a dizer e evitar julgamentos;
  • Acompanhar constantemente é outra indicação, é importante saber como a pessoa está se sentindo;
  • Buscar ajuda profissional de um psicólogo e
  • Proteger a pessoa, nos casos em que há risco imediato, não a deixando sozinha e longe de objetos que possam ser utilizados para provocar a própria morte.

A depressão se enquadra em um quadro de tristeza, insatisfação mais intensa e crônica, que se arrasta por dias e para ser diagnosticada é necessário apresentar pelo menos 14 dias seguidos dos sintomas de tristeza, humor deprimido e até irritabilidade.

Sinalizo aqui alguns ‘gatilhos’ que podem disparar o processo depressivo, que são acontecimentos negativos em nossa vida: perda de parentes próximos, endividamento, preocupação excessiva com trabalho e estudos, abandono e julgamentos (principalmente no tempo atual de superexposição).

5 hábitos de pessoas mentalmente mais fortes

Nós pensamos o tempo todo e não podemos evitar. Faz parte da nossa natureza. O nosso pensamento é a base de nossas decisões e, por consequência, do nosso destino. Então, controlar a nossa mente é o caminho mais direto para influenciar os acontecimentos e se adaptar da melhor maneira aos imprevistos.
Com esse domínio, além de pensar e planejar melhor, você pode passar a ter outra atitude diante da vida, o que resulta em menos sofrimento e mais felicidade. Esse sentimento vem da compreensão do seu propósito e de como proceder para realizá-lo.
A pior coisa que você pode fazer é sucumbir às opiniões dos outros . Você pode se tornar mentalmente forte comprometendo-se a desenvolver a inteligência emocional. Então, aqui estão cinco hábitos que podem fazer de você uma pessoa mentalmente forte:

  1. Esteja disposto a assumir riscos
    Nem todo mundo é corajoso. Assumir riscos pode ser bastante assustador, seja deixar o emprego para um estilo de vida ideal ou mudar-se para o exterior para buscar uma oportunidade de negócio lucrativa.
    Para ter confiança em assumir riscos, você deve aumentar sua capacidade de viver com a incerteza. Pode ser um pouco desconfortável. No entanto, se você nunca se arriscar, permanecerá sempre no mesmo lugar que está atualmente.
    Pode parecer assustador, mas isso não significa que não possa ser empolgante. A emoção de assumir o risco pode ser a única coisa que irá ajudá-lo a alcançar a linha de chegada. Muitas pessoas de sucesso atribuem seu sucesso aos riscos que assumiram no início de sua carreira.
  2. Abraçar a Mudança
    A mudança nem sempre é boa para nós. Algumas pessoas gostam de suas rotinas e preferem manter as coisas como estão. Eu também tenho rotinas que gosto. Porém, quando caímos na zona de conforto, isso possa significar o fim do nosso crescimento.
    A mudança nos serve, oferece-nos oportunidades de aprendizagem que acabam por expandir a nossa consciência.
    Mergulhar em um ambiente diferente pode certamente ser um bom exercício.
  3. Seja Positivo
    Pensar positivo não significa ser crédulo ou ingênuo, mas sim que há um investimento do seu tempo em energia mental e em maneiras de transformar a sua realidade, ao contrário de buscar problemas ou motivos para se queixar da vida.
    Ter a mente sintonizada em coisas boas diminui o estresse e a ansiedade, dois fatores que alimentam pensamentos tóxicos e que enfraquecem seu autodomínio e sua força de vontade.
    Permanecer positivo é extremamente importante se alguém espera se tornar uma pessoa mentalmente forte.
  4. Concentre-se no que você pode controlar
    Um dos nossos principais problemas é que nos preocupamos demais. Muitas vezes nos preocupamos com coisas que não podemos controlar. Ocasionalmente, somos culpados disso também, embora todos possamos fazer melhor quando nos concentramos nas coisas que mais importam em nossas vidas.
    Você pode, por exemplo, tentar controlar o que uma outra pessoa faz, mas isso acaba sendo um desperdício de tempo. Você tem controle de fato sobre sua vida. Então, invista seu tempo focando no que você pode fazer em vez de se preocupar com os outros.
  5. Lembre-se sempre da direção que você quer seguir
    Para garantir que você está caminhando no rumo certo e que os passos anteriores estão bem consolidados, é fundamental fazer revisões periódicas. Afinal, essa é uma etapa essencial em qualquer processo de melhoria: tudo sempre começa com uma análise inicial, um diagnóstico e, com o projeto seguindo em frente, são feitas novas revisões.
    É por meio delas que podemos verificar se o planejamento está sendo aplicado da maneira correta, se os resultados estão sendo satisfatórios, se há rumos para corrigir e como isso pode ser feito da maneira mais eficaz.
    Quando se trata de uma jornada para dominar a própria mente, examinar os pensamentos com regularidade pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso dos seus esforços.

A disciplina para monitorar nossos pensamentos, revisar nossas ideias e, eventualmente, corrigir rumos é a certeza de que estamos cultivando um novo modelo mental, que poderá ser o caminho para alcançar um futuro melhor e mais feliz com as nossas conquistas e realidade individual.

Seus pensamentos permitem que você alcance ou desista do sucesso? É provavelmente a questão mais importante que você pode se perguntar hoje, mas, com que frequência você se questiona? Precisando de ajuda para responder essa questão, é só entrar em contato comigo!

Redes Sociais, Ansiedade e Dependência

Você fica ansioso quando não consegue checar sua conta no Facebook, Instagram ou Twitter? Acredite ou não, isso é um transtorno real. De fato, os transtornos de ansiedade são os transtornos mentais mais comuns no Brasil e no mundo. Parece que quanto mais tecnologia adquirimos, mais estressados ​​nos tornamos. Segundo os especialistas, quase 20% das pessoas com contas de redes sociais não podem passar mais de três horas sem verificá-las. Então, o que é transtorno de ansiedade de mídia social?

A maioria das pessoas que possuem contas nas redes sociais não chegam a ficar nervosas ou estressadas quando não conseguem verificar suas notificações a cada cinco minutos. No entanto, para aqueles que têm transtorno de ansiedade de mídia social, apenas ficar longe de sua conta no Facebook ou Instagram por alguns minutos pode causar ansiedade severa. Aqui estão alguns dos sintomas mais comuns do transtorno de ansiedade de mídia social:

  • Interromper conversas para verificar suas redes sociais
  • Mentir para os outros sobre quanto tempo você gasta em redes sociais
  • Isolar-se de amigos e familiares
  • Tentar parar ou reduzir o uso de redes sociais mais de uma vez sem sucesso
  • Perder interesse em outras atividades
  • Negligenciar o trabalho ou a escola para comentar no Facebook, Instagram ou Twitter
  • Vivenciar sintomas de abstinência quando não consegue acessar a mídia social
  • Gastar mais de seis horas por dia em sites de redes sociais como Facebook, Twitter ou Instagram
  • Sentir necessidade incontrolável de compartilhar coisas com os outros em sites de mídia social
  • Precisar de seu telefone com você 24 horas por dia para verificar seus sites de mídia social
  • Sentir grave nervosismo ou ansiedade quando não é capaz de verificar suas notificações
  • Impactar negativamente sua vida pessoal ou profissional devido ao uso de redes sociais

No geral, cerca de 30% das pessoas que usam redes sociais passam mais de 15 horas por semana on-line. Isso pode reduzir muito sua capacidade de aproveitar a vida real. Também pode lhe custar relacionamentos, empregos e educação, se você gastar muito tempo on-line. Se você está gastando várias horas por dia no Facebook, Twitter e Instagram, você não terá tempo suficiente para trabalhar, estudar ou passar tempo com seus entes queridos. Significa também que você pode ter transtorno de ansiedade de mídia social e também pode afetar sua saúde, tanto física como mentalmente.

Riscos físicos da dependência de redes sociais

Gastar muito tempo on-line tem provado causar doenças como cansaço visual, dor no pescoço e problemas lombares. Além disso, a maneira sedentária com que nos sentamos e “conversamos” com as pessoas no Facebook pode causar doenças físicas, como obesidade, doenças cardíacas, problemas nutricionais, risco de derrame e certos tipos de câncer.

Problemas de saúde mental causados ​​pela dependência de redes sociais

Pesquisadores descobriram que usar redes sociais sem moderação causa mais do que apenas ansiedade. De fato, os testes descobriram que usar muita Internet pode causar depressão, comportamento impulsivo, problemas com funcionamento mental, paranoia e solidão. É mais do que apenas a pressão de compartilhar coisas com os outros, é também sobre como você pode estar comparando sua vida com os outros que você vê no Instagram. Muitas pessoas veem alguém no Instagram que tem um ótimo trabalho, um excelente marido e uma bela casa e elas se sentem felizes por elas. Mas, outros podem sentir inveja, depressão ou até mesmo pensar se a vida vale a pena, se não forem tão “perfeitos” quanto aqueles que veem no Instagram.

O que você pode fazer

Primeiro de tudo, basta perceber que muitas pessoas que postam todas essas grandes coisas no Facebook têm uma vida normal como eu e você, mas eles só colocam as coisas boas no Instagram e Facebook. Se a sua vida não é tão incrível quanto algumas das pessoas que você vê nas redes sociais, não vai ficar melhor se você ficar obcecado com isso. Você tem que sair e aproveitar a sua vida real, não sua “vida virtual” nas redes sociais, porque isso não é vida real. Se você está tendo problemas para fazer isso ou só precisa falar com alguém, não deixe de procurar ajuda profissional. Entre em contato comigo para uma avaliação e você poderá se sentir melhor amanhã.

Problemas da vida

Problemas da vida

Os problemas da vida cobrem uma ampla gama de tópicos, porque a vida não vem com um manual de instruções. (bem que poderia, não é?) Eu não vou desenvolver um manual de instruções para a sua vida, porque isso significaria que sei o que é melhor para você – o que não é verdade. Só você sabe o que vai funcionar para si mesmo.

Escrevo muito sobre esses problemas e outros desafios da vida, seja uma questão sobre autoestima, autoconfiança, relacionamentos, estresse no trabalho, lidar com a rejeição, lidar com a solidão, assédio sexual ou entender melhor como funciona a psicoterapia. Espero que os artigos abaixo sejam úteis para você aprender mais sobre esses assuntos.

Compilei uma biblioteca de artigos e informações relacionadas aos problemas com a nossa vida abaixo.

Lidar com a vida

Esses são alguns dos problemas mais comuns que as pessoas enfrentam em sua vida, mas muitas vezes não atingem o nível de um transtorno mental completo. Em vez disso, os psicólogos tendem a se referir a essas questões como “problemas da vida” ou um problema de saúde mental.

Esses recursos também podem ajudá-lo a aprender mais sobre sua vida.

Recursos adicionais

Esses recursos também podem ajudá-lo a aprender mais sobre sua vida ou precisar de orientação sobre algo que lhe diz respeito.

Precisa de ajuda com um dos problemas acima em sua vida? A psicoterapia é geralmente a melhor opção.

Entre em contato para marcar uma sessão de avaliação. Estou aqui para ajudá-lo a resolver as preocupações que você tem, em um ambiente seguro, de apoio e sem julgamentos.

Você já ouviu falar em habilidades sociais? As relações pessoais seriam impossíveis se não fossem elas, que são fundamentais para criar e manter amizade, as relações de companheirismo, família, laços de vizinhança, entre outros.

As habilidades sociais são treinadas. Na verdade, nos sentimos paralisados quando ficamos isolados e desconectados dos outros durante um tempo. E como treinamos? Através de uma forma simples: compartilhar momentos de encontro, ou seja, desfrutar da companhia do próximo.

Cinco requisitos das habilidades sociais:

  1. A empatia. Já falei aqui algumas vezes sobre esta habilidade. Ela é uma virtude essencial para conectar com o ponto de vista de outra pessoa que pode ser diferente do seu. Significa entender que essa pessoa tem sua própria história.
  2. A alteridade. Quando estamos num estado de monólogo ficamos presos à nossa própria verdade interior. No entanto, para praticar essas habilidades sociais, devemos estar abertos a mudanças e fazer parte do mundo da outra pessoa. É reconhecer o outro como alguém diferente de si e assim dar mais sentido à sua própria identidade.
  3. A comunicação. Uma comunicação pode ir além das palavras, pois, às vezes a mensagem pode ser expressa através da linguagem corporal. Por exemplo, quando uma pessoa morre é comum que as pessoas próximas se mostrem condolentes com seu pesar através de uma presença silenciosa e de abraços. A comunicação facilita a compreensão mútua em qualquer circunstância.
  4. A amabilidade. Ser amável com alguém significa fazer com que sua vida seja mais agradável graças a sua companhia.
  5. A escuta ativa. Há uma grande diferença entre ouvir e escutar, no entanto, para colocar em prática as habilidades sociais são muito importante que seja um bom ouvinte porque não há nada melhor que ser valorizado pelo outro ouvindo sobre suas histórias.

A liderança é a grande habilidade social!

Cada pessoa tem uma força específica, algo que se destaca. No entanto, há uma habilidade especialmente valorizada atualmente: a liderança. O líder é um exemplo de inteligência social, pois, graças ao seu carisma interage com o grupo e atua como um mediador entre todos.

Porém, todas as habilidades sociais são importantes, pois, possibilitam a convivência de forma harmoniosa com os demais.

Deseja obter resultados concretos e duradouros para a sua vida pessoal e, principalmente, profissional? Marque uma consulta e descubra como pode se beneficiar treinando suas habilidades sociais com uma Psicóloga especializada e certificada!

Você finalmente decide marcar uma consulta com um terapeuta. Pela recomendação de amigos e parentes, escolhe um profissional com um excelente currículo e chega à consulta. Durante os 50 minutos do encontro, você pode se sentir desconfortável, constrangido em compartilhar detalhes de sua vida, e sair da sessão pensando que foi tudo um grande erro.

Situações como essa são frequentes, e fazem com que muitas pessoas abandonem o tratamento antes mesmo de começar. É preciso ter em mente que o resultado de uma terapia depende muito da metodologia e da relação que se estabelece entre o cliente e o terapeuta. E nem sempre se acerta de primeira.

A recomendação é, antes de começar qualquer tratamento, marque uma consulta de avaliação. Uma ou duas sessões geralmente já são suficientes para identificar os problemas e a melhor forma de abordá-los. Muitas vezes é indicado misturar intervenções das diferentes técnicas terapêuticas para tratar os mais diversos aspectos do cliente.

Ainda que com diferentes metodologias, grande parte das psicoterapias são baseadas em autoconhecimento, ou seja, em entender melhor a maneira de se relacionar consigo e com o mundo e, a partir disso, poder aliviar angústias e modificar comportamentos que estejam causando sofrimento.

Seja qual for a terapia ideal para você, o importante é que na consulta você se sinta à vontade para falar o que quiser, e saber que não será julgado por atos ou pensamentos. 🙂

O que a psicologia diz sobre o comportamento dos trolls

 

Os valentões sempre estiveram entre nós. Costumávamos ser capazes de detectar esse tipo a quarteirões de distância. A arrogância, zoação, insultos, olhares de desprezo e agressões eram assistidos por todos e, muitas vezes, o agressor podia ser evitado tomando um caminho diferente para casa ou saindo por outra porta da escola. O prazer que tinham em envergonhar e intimidar os outros deixava evidente sua falta de empatia. O olho roxo da vítima ou o nariz quebrado davam evidências da agressão. Medo e gritos podiam ser vistos e ouvidos, e só assim o bullying parava.

Mas os tempos mudaram e os agressores também. Na era digital, um palco imenso e invisível para o bullying permitiu que o cyberbullying crescesse como uma epidemia. Hoje, quase metade de todos os usuários da internet relatam ter sido alvo de algum tipo de maus tratos on-line. A internet facilitou muito para os agressores atacarem e se esconderem num teatro anônimo que garante ao troll nenhuma preocupação com a punição.

Porque os trolls da Internet desumanizam os outros?

Quando ataques são feitos online, a capacidade de ver as consequências da agressão não é ativada no cérebro de quem o faz. Estudos mostram que os trolls tendem a não enxergar suas vítimas como pessoas reais. Eles desumanizam os outros, o que significa que a pessoa do outro lado do ataque é considerada mais como um objeto e menos como um indivíduo com sentimentos. Mesmo que seu assédio possa arruinar vidas e até mesmo levar seus alvos ao suicídio, os agressores da internet parecem não se importar. O bullying tende a conceder uma sensação imediata de poder aos impotentes.

Mas quem são esses trolls?

Por estudos, sabemos que a grande maioria dos trolls da internet são homens e muitos têm menos de 30 anos. Eles tendem a ser antissociais por natureza e muitas vezes não possuem habilidades sociais e emocionais para resolver conflitos interpessoais, tanto online quanto offline.

Pesquisadores canadenses fizeram a referência cruzada de testes de personalidade online e descobriram uma relação no comportamento troll com a chamada “tétrade obscura”. Um agrupamento de quatro transtornos de personalidade: psicopatia (falta de remorso e empatia), sadismo (sentir prazer com o sofrimento dos outros), narcisismo (egoísmo e auto-obsessão) e maquiavelismo (tendência a manipular os outros).

O estudo, publicado no final do ano passado, define trollagem on-line como “a prática de se comportar de forma enganosa, desordenada ou destrutiva num local social da internet por um único motivo: prazer próprio”.

Sabemos que as vítimas de assédio online muitas vezes se sentem deprimidas, ansiosas e derrotadas pela experiência abusiva. Os trolls, porém, também parecem pagar um preço psicológico. Se pensarmos nesses sentimentos como um espelho do que esse indivíduo sofre internamente, podemos ter o vislumbre de uma pessoa que se sente impotente, ansiosa e deprimida e que não conhece outra saída a não ser provocar tais sentimentos nos outros. Mas, em vez de buscar uma saída para a frustração reprimida, o troll parece aumentar a depressão, a solidão e o isolamento.

E o que pode ser feito?

É necessária mais interação humana “cara-a-cara” para construir habilidades interpessoais, antes de perdermos (todos nós) o contato humano. Os trolls que estão causando dor, também podem precisar de um ser humano carinhoso ou psicoterapeuta para compreender seus próprios sentimentos de isolamento e rejeição. Porém, devemos ter cuidado para não categorizá-los e generalizá-los como psicopatas.

Se você é vítima de trolls na internet, a primeira e mais importante opção é não ficar calado e denunciar. Caso tenha dúvidas sobre como proceder, também vale contar com a equipe do projeto SaferNet. Com o apoio de organismos importantes, este site ajuda a orientar ações para quem foi vítima de um crime digital, explicando como fazer cartas solicitando a remoção de uma injúria ou difamação, por exemplo. Outra dica nesses casos é ignorar. Quando as vítimas do cyberbullying conseguem ignorar a violência sofrida, podem provocar frustração nos trolls e isso pode motivá-lo a desistir e ir embora.

Precisamos ficar atentos para que a experiência humana real e viva não seja substituída. Para completar o círculo de empatia e entender a psicologia dos trolls da internet, é importante reconhecer que eles também são seres humanos que precisam de ajuda. Nossa sociedade não pode se dar ao luxo de julgar sem buscar soluções para os efeitos colaterais da era digital.

Se você já foi alvo de algum tipo de abuso online, denuncie. Se, por outro lado, você conhece alguém que passou por problema semelhante, ofereça apoio, use as dicas que mostrei aqui. Se for necessário apoio psicológico, saiba que estou sempre a disposição para ajudar.