Definir metas de desenvolvimento de carreira específicas e mensuráveis pode ajudá-lo a chegar ao próximo nível em sua carreira.

Embora muitas vezes esperemos que as coisas corram automaticamente da maneira que desejamos, quando se trata de objetivo de carreira, não podemos contar com isso. E percebemos como é importante planejar o futuro com eficácia, quer você ainda esteja estudando ou já esteja trabalhando.

O que é um plano de carreira?

Um plano de carreira é uma estratégia prática que permite determinar suas habilidades e interesses, definir metas de carreira e implementar ações que o ajudarão a alcançá-las.

É um processo contínuo e inclui uma visão geral de:

  • Habilidades e experiência 
  • Ambição por desenvolver a carreira
  • Interesses pessoais
  • Prioridades

Por que o planejamento de carreira é importante?

O planejamento de carreira é uma ótima maneira de garantir que sua carreira esteja na direção certa.

Não apenas o ajuda a realizar sua paixão, mas também facilita seus objetivos de carreira com ações e objetivos tangíveis. No mínimo, isso o ajudará a responder a perguntas sobre metas de carreira em sua próxima entrevista.

Ao avaliar sua situação, você também poderá determinar e preencher quaisquer lacunas em seu conhecimento ou experiência que possam estar impedindo você de conquistar o emprego dos sonhos.

Quem deve fazer um plano de carreira?

Todos podem se beneficiar com a criação de um plano de carreira.

Se você ainda está estudando, acabou de se formar, deseja mudar de carreira ou está ansioso por uma promoção, um plano de carreira garantirá que suas ações estejam alinhadas com seus objetivos.

E não são apenas grandes mudanças que um plano de carreira ajuda a implementar. Você também pode usá-lo para aprender novas habilidades e ampliar seu conhecimento em uma área específica.

Como fazer um plano de carreira

  • Avalie as opções. Em primeiro lugar, você precisa descobrir qual o melhor caminho para você.
    Priorize sua escolha com base em seus interesses e pontos fortes, considerando a importância de fatores como salário, cultura da empresa, horário de trabalho e tempo de deslocamento.
  • Liste suas habilidades atuais. Listar suas habilidades, aptidões e experiência o ajudará a entender qual plano de carreira se adapta a você, mas também a descobrir se está qualificado o suficiente para seguir seu caminho preferido. As áreas nas quais você não tem conhecimento informam as ações que você planeja realizar em termos de treinamento e desenvolvimento.
  • Estabeleça metas e ações. Depois de decidir qual é sua carreira ideal, é hora de definir algumas metas, que o ajudarão a decidir quais ações você precisa realizar.
  • Dê a si mesmo prazos. Definir prazos para cada uma de suas metas o motivará a fazer as coisas. Quer você trabalhe com datas exatas ou escolha uma escala de tempo mais ampla (por exemplo, um determinado mês) – adicionar isso ao seu plano de carreira dará aos seus objetivos um contexto realista, sem mencionar que o manterá motivado para continuar.
  • Continue checando. Um plano de carreira não é uma solução completa. Para ter certeza de que suas metas estão atualizadas, é importante verificá-lo constantemente. Além de permitir que você acompanhe seu progresso, também significa que você pode fazer alterações se as circunstâncias mudarem.

Como faço para seguir meu plano de carreira?

O planejamento de carreira não é algo que você faz uma vez e depois esquece. 

Embora formar um plano seja o primeiro passo, ele não funcionará sem um esforço contínuo. Isso significa usar o seu plano de carreira para informar o seu dia-a-dia, enquanto faz mudanças constantes.

Em um papel escreva o que pretende fazer, logo em seguida, diga o por que isso deve ser feito, depois como e quando você pretende fazer (se dê prazos, curtos, médios ou longos) e por último quem irá fazer: você? Será preciso buscar ajuda de outras pessoa? Coloque em mente que aqui a necessidade é ser objetivo e direito para em seguida agir de forma assertiva.

Ter sucesso em um local de trabalho em constante mudança requer um plano de gerenciamento de carreira. Os empregadores sempre desejam atrair, contratar e reter funcionários que ofereçam o melhor valor. Pense em você como uma empresa com um produto para vender e crie uma estratégia para comercializar seu valor no local de trabalho.

Sou Joana Santiago – Psicóloga

Uma das razões do sucesso de uma empresa geralmente é a forma como as pessoas que nela trabalham se relacionam.

A comunicação é essencial em todas as atividades da vida. No universo corporativo é ainda mais necessária: afinal, dela depende o bom andamento da maioria das atividades nas empresas. Por isso, os profissionais devem desenvolver essa habilidade e o gestor deve se valer dela para realizar a gestão de desempenho e produtividade da empresa.

Em um ambiente de trabalho em equipe, ser capaz de interagir com os colegas e com o gestor é o que faz as operações da companhia serem bem-sucedidas. Nesse cenário, o gestor tem mais elementos para fazer uma boa gestão da equipe em qualquer contexto.

Por isso, cada vez mais, a habilidade de comunicação é um forte impulsionador na carreira de qualquer profissional. Assim, quando todos os integrantes da equipe são capazes de se comunicar bem, o gestor pode atuar de forma mais positiva.

Os custos de uma cultura negativa

Os dias dos ambientes de alta pressão no escritório estão contados: as empresas começaram a perceber que esses fatores de estresse não são tão motivadores quanto pareciam. Embora a pressão possa levar a equipe a trabalhar mais a curto prazo, a saúde e a satisfação são afetadas de forma drástica no longo prazo.

De acordo com a revista Harvard Business Review, as empresas americanas com ambientes de alta pressão gastavam 50% mais com despesas de saúde. O valor anual gasto em doenças e ausências relacionadas ao estresse alcançou os 500 milhões de dólares. Os funcionários desmotivados têm uma probabilidade 60% maior de cometer erros, o que pode levar ao pagamento de indenizações caras relacionadas a seguros de responsabilidade civil.

O que é a gestão de desempenho e produtividade?

A gestão tem relação direta com a participação, a autonomia e a responsabilidade dos profissionais da empresa, ou seja, com seu capital humano. Para que seus objetivos sejam atingidos de forma eficaz, o gestor deve ser capaz de levar o grupo a atuar de forma harmônica. Para isso, deve considerar o conhecimento e as competências de todos.

Nesse contexto, é a gestão de desempenho e produtividade que permite alinhar os objetivos empresariais e os de cada profissional envolvido no processo. E isso acontece a partir da valorização e da motivação dos trabalhadores. Ou seja, o gestor deve avaliar, monitorar, controlar, planejar e melhorar a atuação dos colaboradores.

Quando se faz uma análise do desempenho de um profissional de acordo com as atividades que ele deve executar, agrega-se valor, excelência e qualidade aos processos da companhia. E mais: ajuda na otimização de custos, no mapeamento de competências, na mensuração da produtividade e assim por diante.

Quais as vantagens de aplicá-la na empresa?

Um de seus principais benefícios é a otimização de custos. Isso é possível uma vez que a gestão de desempenho e produtividade permite ter mais controle sobre suas necessidades internas e, assim, saber quais setores precisam receber investimentos e de quanto eles devem ser, o que evita desperdícios.

Como ela pode ser aplicada de forma eficiente?

Para obter os benefícios que uma gestão de desempenho e produtividade eficiente é capaz de trazer para a companhia, é preciso saber aplicá-la. Veja, cinco formas de colocá-la em prática:

1. Melhore a comunicação

As melhores práticas em gestão de desempenho e produtividade indicam que é preciso dar prioridade à comunicação. Se a comunicação entre os setores for adequada, por exemplo, há menos chances de desentendimentos. E o mesmo vale para a comunicação externa: em uma empresa transparente todos estão sempre bem informados sobre os processos, o que diminui as chances de atritos com fornecedores e clientes fidelizados.

2. Engaje a equipe

Engajar os profissionais também passa pela comunicação. Ouvir e estar atento aos funcionários é necessário. Entender as queixas, ouvir as contribuições e permitir a participação dos funcionários com suas opiniões, no que for possível, contribui para equipes mais produtivas e engajadas. Além disso, a comunicação permite que os funcionários criem relacionamentos saudáveis – o que afeta positivamente o clima organizacional. 

3. Escolha indicadores de desempenho adequados

Os indicadores-chave de desempenho (Key Performance Indicators – KPI’s) são os critérios definidos para acompanhar a evolução operacional do esforço dos colaboradores. A partir deles, a equipe pode manter o foco em relação às metas, bem como identificar necessidades e avaliar o alinhamento dos colaboradores.

4. Invista em capacitação

Além de estarem engajados, os profissionais devem ser capacitados. Cada um deles deve entender seu papel no processo produtivo e avaliativo. Educá-los sobre como dar e receber feedbacks vai ajudá-los a melhorar seu desempenho e, consequentemente, trazer resultados mais satisfatórios para a companhia.

5. Tenha um sistema de gestão integrado

Um software de gestão é essencial para reunir os dados sobre a gestão de desempenho. A ideia é que as diferentes áreas saibam como contribuem para o resultado da companhia e em que podem melhorar. Assim, todos têm um controle maior sobre as tarefas a serem executadas e qual a relação entre os departamentos.

Quer saber como aplicar isso na sua organização? Entre em contato comigo e saiba como posso te ajudar nesse processo.

Joana Santiago – Psicóloga

A pandemia matou a crença em muitos setores de que home office não funciona. Mas como vamos lidar com os efeitos psicológicos desse isolamento em casa/trabalho.

A maioria das empresas exigiu que os funcionários trabalhassem em casa para impedir a propagação do Covid-19. Embora os benefícios imediatos para a saúde de evitar espaços de trabalho comuns sejam óbvios diante de uma pandemia assustadora, é importante considerar as consequências para a saúde mental que podem advir do trabalho remoto.

De fato, a situação está deixando muitas pessoas se sentindo estressadas, solitárias, exaustas e, a grande maioria, sobrecarregadas.

Síndrome do home office

O home office gera estresse e inquietação significativos devido à confusão de fronteiras entre o trabalho e a vida pessoal. Um funcionário em casa muitas vezes está dividindo o tempo entre a tarefa de trabalho que precisa ser concluída, interrupções freqüentes do cônjuge e dos filhos, um cachorro que precisa passear e o reparo da casa, questão que surge de repente, por exemplo.

Dificuldades no home office:

  • Dificuldade em estabelecer uma estrutura e um horário razoáveis para o trabalho em casa, com períodos diferentes designados para o trabalho, a família e o relaxamento.
  • Falta de rotina, resultando em horas de trabalho prolongadas em casa, que avançam facilmente no tempo pessoal.

Além do estresse da síndrome do escritório em casa, existem os desafios únicos colocados pela atual pandemia viral, incluindo:

  • Incerteza geral sobre o impacto final do COVID-19 na saúde pessoal e familiar, na renda e nos planos de curto prazo.
  • Sentimentos de solidão promovidos pelo confinamento ordenado pelo governo e perda de relações sociais com colegas no escritório ou com amigos e outros membros da família.

Um primeiro passo fundamental para esse bem-estar, a antítese da síndrome do home office, é a atenção às necessidades fisiológicas, ou seja, reservar um tempo para comer nutritivamente (não apenas lanche); dormir o suficiente, de preferência sete a oito horas; e exercitar-se diariamente. Em 1943, o psicólogo Abraham Maslow criou um modelo que define uma hierarquia de necessidades humanas – com comida, água, abrigo, sono e segurança sendo os mais básicos. Até que esses princípios sejam cumpridos, disse Maslow, um indivíduo não pode alcançar a auto-atualização – encontrando verdadeiro significado no trabalho e na vida. 

Comer, dormir e se exercitar também ajudam a estabelecer limites, dividindo o dia em “fases” entre o tempo de trabalho e a vida pessoal. Sem essas “fases”, o trabalhador em casa está mais apto a pular os itens essenciais por causa de expectativas irreais de trabalho, foco excessivo e obsessão pelo desempenho no trabalho. O exercício tem a vantagem de ser um ótimo alívio do estresse e um contrapeso às longas e sedentárias horas de trabalho de uma cadeira em frente ao computador.

Como monitorar a saúde mental em home office

Nesse cenário de isolamento social, algumas empresas criaram programas que mostram a importância de manter uma rotina para seus funcionários. Como mudanças de benefícios e maior flexibilidade de tarefas e horários. Outras optaram por fornecer cadeiras e protetores de tela, por exemplo, para minimizar os impactos do trabalho remoto. Vale-transporte, locação de carros e custeio a cursos presenciais estão sendo substituídos por vale-alimentação, auxílio à internet e terapia online. Muitas dessas iniciativas estão ligadas a prevenção.

É o que aponta um levantamento realizado pelo PageGroup, consultoria em recrutamento executivo especializado. De acordo com dados coletados pelos consultores do grupo, metade das companhias já efetuou a troca no pacote de benefícios dos trabalhadores ou está em processo de substituição.

Após esses dias de home office, os funcionários começam a se preocupar com o retorno ao escritório. E as empresas começam a viver a fase 4, lidar com estresse pós-traumático de alguns funcionários que perderam parentes por Covid-19.

É de extrema importância que as empresas, além de elaborarem um plano estratégico para o retorno, também apresentarem estratégias para acompanhar a saúde mental dos funcionários na pós pandemia. Os líderes têm que estar muito mais próximos de suas equipes nesse momento.

De acordo com a revista Você S/A, pesquisas indicam que “poderemos ter casos de depressão e estresse pós-traumático por três anos”. Diante do fato de que antes mesmo da pandemia, a perda da produtividade nesta década ligada à explosão de casos de depressão no mundo já era apontada por organizações como a OMS (Organização Mundial da Saúde) e o Fórum Econômico Mundial, a atenção à saúde mental é cada vez mais importante. “Vivemos num sistema que causa muito sofrimento psíquico, a pandemia disparou uma série de questões que já estavam aí”, diz o psicanalista Francisco Nogueira, membro do Instituto Sedes Sapientiae e fundador da consultoria de desenvolvimento humano Relações Simplificadas.

Uma coisa é certa: neste momento de incerteza, a saúde mental do trabalhador deve ser uma prioridade para os empregadores.

Joana Santiago – Psicóloga

Nunca é cedo demais para se preparar para uma etapa merecida na sua vida.

Sabemos que esse momento de transição é muito difícil na vida da maioria das pessoas, em que, para algumas, é uma verdadeira agonia. Continue lendo para saber mais e descobrir como o coaching de aposentadoria pode te ajudar.

Aposentadoria é um estágio que transforma a vida de um indivíduo. Chega o momento de alterar uma rotina vivida por décadas. Para algumas pessoas a aposentadoria é um verdadeiro paraíso, pois é o momento de vai aproveitar a vida sem ter restrições de tempo, de preocupações com projetos e etc. Já para outras pessoas que enxergam seu trabalho como “ideal” funciona como uma perda, e ninguém gosta de perder nada.

Fatores psicológicos comuns que influenciam as decisões de aposentadoria são estresse e ansiedade, então vamos explorar esses fatores por trás de sua escolha de se aposentar (ou não) e o impacto que isso pode ter na sua saúde e bem-estar. As perguntas-chave aqui são: você será psicologicamente e fisicamente mais feliz aposentado ou trabalhando? Você está preparado para se aposentar? Vai viver mais se você se aposentar?

Primeiro, existem muitos mitos culturais sobre a aposentadoria.

Nossos avós cresceram na época após a introdução da seguridade social e quando programas de aposentadoria e pensões estavam se tornando a norma em muitos empregos. Isso estabeleceu a expectativa de que nossos avós estavam “trabalhando para” a aposentadoria. O objetivo era acumular o máximo de dinheiro possível para viver bem durante a aposentadoria. A idade “esperada” de aposentadoria era de 65 anos e as histórias que chamavam a atenção das pessoas foram aquelas que foram capazes de “vencer o sistema” e se aposentar aos 60, 55 e até 50 anos de idade. 

Então, aqui estão algumas perguntas que você deve fazer para avaliar se está pronto psicologicamente para se aposentar:

1. Você gosta do seu trabalho? Isso fornece uma sensação de significado e propósito em sua vida?

Algumas pessoas gostam tanto do que fazem que seria imprudente se aposentar, a menos que você possa substituir esse senso de significado por alguma outra atividade ou paixão.

Um amigo que ingressou no programa de voluntário do Inca após a faculdade, teve uma carreira bem-sucedida como executivo. Quando se aposentou do emprego corporativo, ingressou em uma grande organização sem fins lucrativos como voluntário. Por causa de sua paixão, isso se transformou em uma segunda “carreira” para ele.

2. Seu trabalho é estressante e a aposentadoria é uma saída ou uma mudança de carreira?

A decisão de se aposentar é sobre o que você valoriza. Você é do tipo que só pensa em trabalho ou gosta de ter momentos mais voltados para você? A decisão é pessoal e tem que ser tomada de acordo com o seu ritmo de vida. Não existe uma solução única para todos, mas existem maneiras de levar a relevância da sua vida profissional para a aposentadoria.

A construção de uma estrutura para sua aposentadoria deve começar pelo menos três a cinco anos antes da data planejada. A avaliação e a correção do curso ocorrem cerca de um ano antes. Um ano ou mais após a aposentadoria, o período da lua de mel provavelmente terá diminuído e é hora de rever como as coisas estão indo. Dê a si mesmo mais alguns anos para que a vida de aposentado se torne seu novo normal. Essa é uma jornada de seis a oito anos que exigirá flexibilidade e resiliência.

3. Seu trabalho fornece necessidades sociais críticas em sua vida?

Se boa parte de sua vida social gira em torno do trabalho e das pessoas no trabalho, convém adiar a aposentadoria até cultivar redes sociais de suporte além dos amigos do local de trabalho. Você pode fazer isso ingressando em clubes e organizações, oferecendo-se como voluntário, se tiver tempo, e se conectando novamente a amigos, familiares e conhecidos.

4. Você efetivamente já parou para pensar em como vai ser sua vida como aposentado?

Você tem um plano de aposentadoria? Tem hobbies ou interesses que preencherão seu tempo?

Muitas pessoas têm expectativas irreais sobre suas vidas como aposentadas. Elas imaginam que vão jogar golfe ou tênis, começar hobbies, aprender a tocar violão, viajar, etc. Um bom teste é avaliar essa parte da sua vida atualmente. Você está envolvido em esportes, hobbies ou música e é apaixonado por isso? Caso contrário, pode não ser razoável esperar que você desenvolva essa paixão repentinamente no dia seguinte à sua aposentadoria. Os aposentados mais bem-sucedidos planejam suas vidas pós-trabalho.

A maioria de nós deseja uma vida plena e significativa. Para muitas pessoas o trabalho contribui muito para esse objetivo, no entanto, se for preciso se aposentar, esses objetivos ainda podem ser alcançados de outras formas. Aposentadoria pode ser uma época em que surgem experiências e possibilidades desconhecidas que podem melhorar ainda mais nossas vidas. Vamos olhar com otimismo para nossos muitos estágios da vida e colher o máximo que pudermos de cada um deles.

Coaching para aposentadoria

Refletir e responder cuidadosamente as perguntas que fiz acima, vão ajudá-lo a planejar um cenário futuro de longo prazo, porém extremamente realista.

Com o coaching de aposentadoria, você terá a oportunidade de avaliar se suas ações refletiram positivamente no futuro.

Entre em contato comigo e marque uma consulta para nos conhecermos melhor e descobrimos como poderei lhe ajudar. Ao final, você saberá o que deverá construir para ter uma aposentadoria segura e tranquila, aproveitando cada minuto de sua vida.

Como se tornar um aluno mais eficaz

Se você é como muitos estudantes, seu tempo é limitado, então é importante obter o maior rendimento do tempo disponível para o estudo. Você precisa ser capaz de lembrar com precisão as informações que aprende, recordá-las posteriormente e utilizá-las efetivamente em uma ampla variedade de situações.

Princípios de melhoria de memória

Há várias coisas diferentes que você pode fazer para melhorar sua memória. Dicas básicas, como melhorar seu foco, evitar sessões curtas e estruturar seu tempo de estudo, são um bom ponto de partida, mas há ainda mais lições da psicologia que podem melhorar drasticamente sua eficiência de aprendizado.

Confira algumas dessas dicas de aprimoramento da memória para maximizar sua memorização e retenção de novas informações.

1. Continue praticando coisas novas

Uma maneira infalível de se tornar um aluno mais eficaz é simplesmente manter a prática. Portanto, se você estiver estudando um novo idioma, é importante continuar praticando para manter os ganhos alcançados. Esse fenômeno “use-ou-perca” envolve um processo cerebral conhecido como “poda”. Certas “vias” do cérebro são mantidas, enquanto outras são eliminadas. Se você deseja que as novas informações que você acabou de aprender permaneçam, continue praticando.

2. Aprenda de várias formas

Aprender de várias maneiras exige que você exercite seu cérebro utilizando diferentes áreas . Em vez de apenas ouvir um podcast, que envolve aprendizado auditivo, encontre uma maneira de praticar as informações verbal e visualmente. Isso pode envolver a descrição do que você aprendeu para um amigo, fazer anotações ou desenhar um mapa mental. Ao aprender de mais de uma forma, você está consolidando ainda mais o conhecimento em sua mente.

3. Ensine o que aprendeu a outra pessoa

Os educadores há muito tempo observam que uma das melhores maneiras de aprender algo é ensiná-lo a outra pessoa. Você pode compartilhar suas habilidades e conhecimentos recém-aprendidos com outras pessoas como uma forma de consolidá-los.

Comece traduzindo as informações em suas próprias palavras. Somente esse processo ajuda a solidificar novos conhecimentos em seu cérebro. Em seguida, encontre uma maneira de compartilhar o que aprendeu. Algumas ideias incluem escrever uma postagem no blog, criar um podcast ou participar de uma discussão em grupo.

4. Vivencie, experimente

Para muitos estudantes, o aprendizado geralmente envolve a leitura de livros, a participação em palestras ou a pesquisa em biblioteca virtual ou física. Embora seja importante ler e anotar informações, colocar em prática novos conhecimentos e habilidades pode ser uma das melhores maneiras de melhorar o aprendizado.

Se você estiver tentando adquirir uma nova habilidade, concentre-se em ganhar experiência prática. Uma visita a um museu pode auxiliar na prática o aprendizado de disciplinas como Literatura e História. Se for uma habilidade esportiva ou atlética, realize a atividade regularmente.

5. Entenda como você aprende melhor

Outra ótima estratégia para melhorar sua eficiência de aprendizado é reconhecer seus hábitos e estilos de aprendizado. Existem várias teorias diferentes sobre estilos de aprendizagem, que podem ajudar você a entender como aprender melhor. Muitos estudantes podem simplesmente se adequar aos métodos da escola ou cursinho e não se questionam se esta é a melhor forma para adquirirem conhecimento. Entender suas preferências de aprendizado ainda pode ser a melhor maneira de aprender.

6. Use testes simulados para aumentar o aprendizado

Embora possa parecer que gastar mais tempo estudando seja uma das melhores maneiras de maximizar o aprendizado, já foi constatado que a realização de testes ajuda a lembrar melhor o que aprendeu. Os testes simulados geralmente são preparados com base em dúvidas individuais de alunos de cada matéria.

O segredo para o sucesso com esta técnica é fazer blocos de questões sobre temas que deixaram dúvidas durante a leitura. Para responder cada pergunta é útil buscar várias fontes de conhecimento até que uma resposta satisfatória seja encontrada.

Dica final

Tornar-se um aluno mais eficaz pode levar tempo, e sempre é preciso prática e determinação para estabelecer novos hábitos. Comece concentrando-se em apenas algumas dessas dicas para ver se você pode aproveitar melhor sua próxima sessão de estudo.

Vestibular: determinação, foco e muita pressão

A época dos vestibulares é sempre muito estressante para alunos, porque é preciso escolher a profissão que desejam seguir ao longo da vida e, como se isso não fosse bastante, ainda é necessário lidar com a enorme concorrência para entrar nas universidades. O foco e a determinação são fundamentais nesse período. Porém, a cobrança vem de todos os lados: interna, de familiares, professores ou até de pessoas próximas. Tamanha ebulição gera pressão, estresse e ansiedade.

Em primeiro lugar, saiba que isso é comum. Você não é o primeiro a se sentir pressionado, nos dois ou três meses que antecedem as provas e no último mês, também.

A pressão é o resultado da mistura de ansiedade, medo e cobrança. Você quer muito entrar na faculdade e já está imaginando como vai ser sua vida por lá. Ao mesmo tempo, você também não tem certeza se está preparado e sabe que, se não passar, vai ter de enfrentar o desapontamento (o seu e, possivelmente, o de pais, familiares, professores e até amigos). É assustador, sim?

Mas vamos tentar o autocontrole! Em primeiro lugar, a pressão só existe dentro da sua cabeça — literalmente, porque, ao focar demais no futuro, você cria esses medos em sua mente. E, na verdade, tudo o que realmente deve importar, nesse momento, é o presente: manter o foco em uma rotina de estudos consistente e ter uma atitude positiva em relação à experiência do vestibular. Lembre-se: muitos vestibulandos são derrotados não pelo conteúdo, mas pela falta de preparo psicológico.

O que pode ajudar manter o foco são algumas dicas que separei para unir estudos, autocontrole e persistência.

1 – Defina o objetivo do seu estudo

Qual é a sua motivação para seus estudos? A aprovação no vestibular. Escreva isso em um local que fique visível, onde costuma estudar. Dessa forma, terá sempre um lembrete com a razão pela qual está se esforçando e se dedicando.

Esse passo parece simples, mas faz toda a diferença durante o processo de preparação. Quando não se tem objetivos bem definidos, há o risco de se deixar levar pelo desânimo. Entretanto, quando se sabe o que quer, fica mais fácil evitar que distrações atrapalhem a realização das suas metas.

2 – Planejamento

O planejamento é a chave para se conquistar qualquer objetivo. Então, é necessário montar um esquema com horários de como será a sua rotina de estudos considerando os compromissos que você já tem. Quem trabalha, por exemplo, precisará encaixar o estudo no tempo livre. 

O descanso deve ser considerado, pois é muito importante relaxar a mente para que ela consiga absorver e memorizar o conteúdo aprendido com maior eficiência. Entretanto, é necessário manter o equilíbrio para não permitir que o excesso de saídas com os amigos atrapalhe os seus estudos.

3 – Encontre uma metodologia prazerosa de estudo

Estudar não precisa ser algo maçante e cansativo. Cada indivíduo tem uma forma diferente de se manter interessado por algum conteúdo, busque a sua. Enquanto alguns preferem ler o conteúdo e estudar sozinhos, por exemplo, outros aprendem melhor ao assistirem vídeos e gostam de estudar em grupos. Encontrar uma metodologia que ache interessante é outra forma positiva de manter o ânimo.

4 – A Importância do Ambiente

O ambiente é algo extremamente importante para se ter sucesso nos estudos, principalmente com pessoas que costumam se distrair com facilidade. Por isso, escolha um local que seja tranquilo, silencioso, bem iluminado e que tenha estrutura para que possa permanecer por várias horas estudando de forma confortável.

Se na sua casa não for possível, procure por bibliotecas públicas ou de universidades, muitas oferecem, inclusive, internet gratuita para pesquisa. Por falar nisso, mantenha o celular longe da mesa e, de preferência, no silencioso. A ideia é manter o foco nos estudos, você poderá verificar suas ligações e mensagens durante as pausas que fizer para descansar.

5 – Defina Metas

Além do planejamento em relação aos horários, é importante estipular algumas metas para cada dia de estudo. Elas podem ser relacionadas aos conteúdos como, por exemplo, estudar uma determinada quantidade de matérias ou páginas em um mesmo dia. Essa técnica também é válida para listas de exercícios, pois ajudam a manter a organização.

Vale lembrar que é importante definir metas realistas, para que elas te ajudem a se organizar e sirvam como motivação para que continue. Estipular uma grande quantidade de conteúdos para estudar em um mesmo dia pode ter o efeito contrário, pois, se não conseguir, acabará se desmotivando. Então, tenha sabedoria e defina suas metas de estudo de forma inteligente.

6 – Cuide da Sua Mente

Em uma rotina de estudos a mente é a parte que mais se esforça, então é necessário cuidar bem dela. Isso inclui fazer pausas de cerca de 15 minutos para descansar após duas ou três horas de estudo e encontrar formas de relaxar para se manter firme em seu propósito. A prática de exercícios físicos é uma ótima maneira de descansar a mente e fortalecer o cérebro.

Manter o equilíbrio é indispensável para se atingir os seus objetivos, então não descuide da saúde procure se alimentar de forma saudável

Ao colocar essas dicas em prática você conseguirá se manter firme em relação às suas metas e conseguirá estudar com muito mais ânimo e foco e, claro, conquistar os resultados extraordinários que sonha e merece ter. Bons estudos!

5 hábitos de pessoas mentalmente mais fortes

Nós pensamos o tempo todo e não podemos evitar. Faz parte da nossa natureza. O nosso pensamento é a base de nossas decisões e, por consequência, do nosso destino. Então, controlar a nossa mente é o caminho mais direto para influenciar os acontecimentos e se adaptar da melhor maneira aos imprevistos.
Com esse domínio, além de pensar e planejar melhor, você pode passar a ter outra atitude diante da vida, o que resulta em menos sofrimento e mais felicidade. Esse sentimento vem da compreensão do seu propósito e de como proceder para realizá-lo.
A pior coisa que você pode fazer é sucumbir às opiniões dos outros . Você pode se tornar mentalmente forte comprometendo-se a desenvolver a inteligência emocional. Então, aqui estão cinco hábitos que podem fazer de você uma pessoa mentalmente forte:

  1. Esteja disposto a assumir riscos
    Nem todo mundo é corajoso. Assumir riscos pode ser bastante assustador, seja deixar o emprego para um estilo de vida ideal ou mudar-se para o exterior para buscar uma oportunidade de negócio lucrativa.
    Para ter confiança em assumir riscos, você deve aumentar sua capacidade de viver com a incerteza. Pode ser um pouco desconfortável. No entanto, se você nunca se arriscar, permanecerá sempre no mesmo lugar que está atualmente.
    Pode parecer assustador, mas isso não significa que não possa ser empolgante. A emoção de assumir o risco pode ser a única coisa que irá ajudá-lo a alcançar a linha de chegada. Muitas pessoas de sucesso atribuem seu sucesso aos riscos que assumiram no início de sua carreira.
  2. Abraçar a Mudança
    A mudança nem sempre é boa para nós. Algumas pessoas gostam de suas rotinas e preferem manter as coisas como estão. Eu também tenho rotinas que gosto. Porém, quando caímos na zona de conforto, isso possa significar o fim do nosso crescimento.
    A mudança nos serve, oferece-nos oportunidades de aprendizagem que acabam por expandir a nossa consciência.
    Mergulhar em um ambiente diferente pode certamente ser um bom exercício.
  3. Seja Positivo
    Pensar positivo não significa ser crédulo ou ingênuo, mas sim que há um investimento do seu tempo em energia mental e em maneiras de transformar a sua realidade, ao contrário de buscar problemas ou motivos para se queixar da vida.
    Ter a mente sintonizada em coisas boas diminui o estresse e a ansiedade, dois fatores que alimentam pensamentos tóxicos e que enfraquecem seu autodomínio e sua força de vontade.
    Permanecer positivo é extremamente importante se alguém espera se tornar uma pessoa mentalmente forte.
  4. Concentre-se no que você pode controlar
    Um dos nossos principais problemas é que nos preocupamos demais. Muitas vezes nos preocupamos com coisas que não podemos controlar. Ocasionalmente, somos culpados disso também, embora todos possamos fazer melhor quando nos concentramos nas coisas que mais importam em nossas vidas.
    Você pode, por exemplo, tentar controlar o que uma outra pessoa faz, mas isso acaba sendo um desperdício de tempo. Você tem controle de fato sobre sua vida. Então, invista seu tempo focando no que você pode fazer em vez de se preocupar com os outros.
  5. Lembre-se sempre da direção que você quer seguir
    Para garantir que você está caminhando no rumo certo e que os passos anteriores estão bem consolidados, é fundamental fazer revisões periódicas. Afinal, essa é uma etapa essencial em qualquer processo de melhoria: tudo sempre começa com uma análise inicial, um diagnóstico e, com o projeto seguindo em frente, são feitas novas revisões.
    É por meio delas que podemos verificar se o planejamento está sendo aplicado da maneira correta, se os resultados estão sendo satisfatórios, se há rumos para corrigir e como isso pode ser feito da maneira mais eficaz.
    Quando se trata de uma jornada para dominar a própria mente, examinar os pensamentos com regularidade pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso dos seus esforços.

A disciplina para monitorar nossos pensamentos, revisar nossas ideias e, eventualmente, corrigir rumos é a certeza de que estamos cultivando um novo modelo mental, que poderá ser o caminho para alcançar um futuro melhor e mais feliz com as nossas conquistas e realidade individual.

Seus pensamentos permitem que você alcance ou desista do sucesso? É provavelmente a questão mais importante que você pode se perguntar hoje, mas, com que frequência você se questiona? Precisando de ajuda para responder essa questão, é só entrar em contato comigo!

O papo de hoje é sobre relacionamentos tóxicos e como evitá-los

Como evitar relacionamentos tóxicos

Hoje é Dia dos Namorados! Goste ou odeie, todos os anos somos bombardeados com mensagens sobre romance, flores, doces, jantares à luz de velas e cartões de amor para sua metade. O Dia dos Namorados pode ser esmagador e, admitimos, um pouco bobo, mas gostamos de pensar nele como mais um dia para reafirmar a importância de relacionamentos saudáveis ​​e respeitosos – com você ou com os outros!

Porém, algumas das mensagens que ouvimos em torno do Dia dos Namorados e sobre o amor, em geral, são um pouco preocupantes. “Você é meu”, “Você é o Único”, etc, tudo começa a soar um pouco… assustador, certo? As noções da sociedade sobre o amor podem ser nenhum pouco saudáveis. A maneira como falamos e, portanto, percebemos o amor são muitas vezes sobre “propriedade” ou “posse” de outra pessoa. Quantas vezes você já ouviu falar: “Você é tudo que eu preciso”, “Você é tudo para mim”, ou mesmo, “Se eu não posso ter você, ninguém pode.”

Mas o amor saudável não tem a ver com posse ou propriedade. Longe disso. Em um relacionamento saudável, os parceiros são reconhecidos como indivíduos com diferentes limites e necessidades.

Claro, você e seu parceiro podem compartilhar alguns dos mesmos limites e necessidades, e talvez seja por isso que deu um grande Match! Mas segurança e respeito um pelo outro vêm em primeiro lugar.

Estar em um relacionamento é uma escolha que você faz todos os dias desse relacionamento, dure ele alguns dias, meses ou uma vida inteira.

O mesmo vale para o seu parceiro. Vocês não possuem um ao outro, vocês não são um objeto. Vocês são seres humanos com desejos e sentimentos complexos. Quando uma pessoa no relacionamento sente que é dona da outra pessoa, ou quando ela tenta controlar o parceiro porque “ama” a pessoa – bem, isso não é amor! Esses são definitivamente sinais de uma relação abusiva e tóxica.

Portanto, neste Dia dos Namorados, pergunte a si mesmo o que o amor saudável significa para você? Como você quer ser tratado em um relacionamento? Como você quer tratar seu parceiro? Conhecer as respostas para essas perguntas pode ajudá-lo a construir relacionamentos saudáveis ​​por toda a sua vida.

Se você ou alguém que você conhece tiver alguma dúvida sobre um relacionamento, saudável ou tóxico, entre em contato comigo. A terapia pode ajudá-lo a lidar, restaurar seu senso de autovalor e tratar das preocupações de segurança.

Seja feliz sempre!

apoio social

O apoio social é frequentemente identificado como um elemento-chave de relacionamentos saudáveis e boa saúde mental, mas o que significa isso exatamente? Essencialmente, o apoio social significa uma rede relacional de pessoas que você pode contar em momentos de necessidade. Se você está enfrentando uma crise pessoal e precisa de assistência imediata ou apenas quer gastar um tempo com pessoas que se importam com você, esses relacionamentos desempenham um papel fundamental em como você funciona no seu dia-a-dia.

Em períodos de estresse, é o apoio social que levanta as pessoas e, muitas vezes, é o que dá forças para continuar e até mesmo prosperar. Mas o apoio social é um dispositivo de ajuda mútua. Além de confiar nos outros, você também serve como uma forma de apoio para muitas outras pessoas em sua vida.

A importância de ter uma forte rede de apoio social

Nós psicólogos e outros profissionais de saúde falamos frequentemente sobre a importância de ter uma forte rede de apoio social. Recomendo frequentemente aos meus clientes a se apoiarem em amigos, familiares (ou um grupo que eles se sintam parte ao tentar alcançar seus objetivos) ou quando passam por uma crise. Muitas pesquisas atuais mostram a ligação entre as boas relações sociais e diversos aspectos positivos de saúde e bem-estar.

Um apoio social fraco tem sido associado à depressão, enquanto a solidão tem demonstrado aumentar o risco de depressão, suicídio, uso do álcool, doenças cardíacas e disfunção cerebral. Este fato foi constatado numa análise de diversos estudos, onde se concluiu que queles com maior apoio social e emocional tiveram menor probabilidade de morrer, do que aqueles que não tinham tais relacionamentos.

Então, quais aspectos de nossos ambientes sociais são tão vitais para a nossa saúde? E como exatamente nossos ambientes sociais afetam nosso bem-estar geral? O pesquisador Sheldon Cohen, da Universidade Carnegie Mellon, sugere que há dois aspectos essenciais de nossos mundos sociais que contribuem para a saúde: o apoio social e a integração social.

Apoio social

O apoio social refere-se aos recursos psicológicos e materiais fornecidos por pessoas ou grupos que ajudam os outros a lidar com o estresse. Esse apoio social pode vir de diferentes formas. Às vezes é ajudando uma pessoa nas tarefas diárias quando estão doentes ou oferecendo assistência financeira quando estão em necessidade. Em outras situações, é dar conselhos a um amigo quando ele estiver enfrentando uma situação difícil. Ou simplesmente envolve o cuidado, a empatia e a preocupação com os entes queridos que precisam.

Integração social

A integração social é a participação efetiva em várias relações sociais, desde parcerias românticas a amizades. Essa integração envolve emoções, intimidade e um sentimento de pertencer a diferentes grupos sociais, como fazer parte de uma família, uma parceria, uma atividade social ou uma comunidade religiosa. Estar integrado em relações assim nos protege contra comportamentos desajustados e consequências prejudiciais à nossa saúde.

Um olhar mais atento aos tipos de apoio social

As redes sociais de apoio podem ter diversas formas e desempenhar diferentes papéis em sua vida.

Às vezes as pessoas oferecem apoio emocional. Elas te apoiam quando você precisa e estão lá com um ombro amigo para chorar quando as coisas não saem do seu jeito. Esse tipo de apoio pode ser particularmente importante em momentos de estresse ou quando as pessoas se sentem sozinhas.

Em outros casos, as pessoas em sua rede social podem fornecer apoio instrumental. Eles cuidam de suas necessidades físicas e oferecem ajuda quando você precisa. Isso pode considerar preparar uma refeição quando você está doente ou lhe dando uma carona quando seu carro está na oficina. Esse apoio é importante quando as pessoas têm necessidades imediatas que precisam ser atendidas.

As pessoas também podem dar o que é conhecido como apoio informativo. Isso significa a disponibilidade de dar orientação, informação, aconselhamento e coaching. Esse apoio pode ser importante quando alguém precisa tomar decisões ou passa por grandes mudanças na vida. Ao ter essa forma de apoio, as pessoas podem se sentir menos ansiosas e estressadas com os problemas que estão tentando resolver, graças ao conselho de um colega, mentor ou amigo de confiança.

Como você pode imaginar, as pessoas em suas redes sociais podem assumir papéis diferentes. Um professor pode fornecer apoio informativo, enquanto um pai pode dar todos os três tipos. Se você tiver uma forte rede de apoio social, é provável que você receba o tipo de ajuda que precisa, no momento que realmente precisa.

Como o apoio social beneficia a nossa saúde?

Agora que entendemos que nossos sistemas de apoio social envolvem vários tipos de apoio e integração em diferentes grupos sociais, é hora de examinar mais de perto como essas relações sociais influenciam tanto a saúde física quanto a mental.

Já adianto que os benefícios são muitos, mas vou destacar apenas três que acho mais importantes:

  1. Grupos sociais podem incentivar escolhas e comportamentos saudáveis. A participação em grupos sociais têm uma influência normativa nos comportamentos, muitas vezes influenciando as pessoas em uma dieta saudável, na prática de exercícios físicos, fumar, beber ou usar drogas. Claramente, os grupos sociais podem às vezes ter uma influência negativa a esse respeito quando a pressão e a influência dos colegas levam a escolhas de saúde ruins ou mesmo perigosas. No entanto, a pressão e o apoio do grupo também podem levar as pessoas a terem comportamentos saudáveis.
    Se você já tentou abandonar um mau hábito, como fumar, provavelmente percebeu como é importante o apoio das pessoas à sua volta. Se no seu círculo social, as pessoas não te ajudam a alcançar seu objetivo, isso pode dificultar muito as coisas. Se, no entanto, se você recebe apoio e encorajamento, poderá descobrir que alcançar sua meta de abandonar o hábito e melhorar sua saúde é muito mais fácil.
  2. O apoio social ajuda as pessoas a lidar melhor com o estresse. Tenho dito frequentemente que o estresse tem sérias consequências para a saúde, desde imunidade baixa à riscos de doenças cardíacas. Estar cercado por pessoas que são carinhosas e solidárias ajuda as pessoas a se verem mais capazes de lidar com o estresse que a vida traz. Ter um forte apoio social em tempos de crise pode ajudar a reduzir as consequências de distúrbios induzidos por trauma, incluindo o Transtorno de Estresse Pós-Traumático, o TEPT.
  3. O apoio social pode melhorar a motivação. As relações sociais também podem ajudar as pessoas a se manterem motivadas quando tentam alcançar seus objetivos. Pessoas que estão tentando perder peso ou parar de fumar, geralmente descobrem esta ajuda ao se identificarem com outras que estão empenhadas em atingir as mesmas metas. Conversar com pessoas que estão passando pela mesma experiência muitas vezes pode ser uma fonte de apoio, empatia e motivação.

Claramente, nossas relações sociais desempenham um papel fundamental em nossa saúde e bem-estar gerais, mas o que você pode fazer para melhorar sua própria rede social? Não deixe de pôr em prática essas ótimas dicas sobre como conhecer pessoas novas e fazer novas amizades, sobre os principais benefícios das amizades, bem como diferentes maneiras de lidar com a solidão .

E, se precisar, estarei aqui para ajudar você a superar qualquer problema emocional. A relação terapêutica também é uma relação de ajuda, de compreensão e apoio.

9 dicas para aumentar sua inteligência emocional e ter relacionamentos mais fortes

Você já se sentiu tão sobrecarregado pelas suas emoções, depois de dizer ou fazer algo que em seguida se arrependeu? (Alguém poderia honestamente negar essa pergunta?)

A verdade é que a maioria de nós provavelmente poderia se beneficiar aprendendo a lidar com nossas emoções de forma mais construtiva. Com boas razões, a inteligência emocional é um conceito que se tornou cada vez mais popular na psicologia contemporânea. Além de estar ligado a uma maior satisfação nos relacionamentos, a inteligência emocional está associada a um melhor desempenho no trabalho e a uma maior capacidade de gerenciar o estresse.

Então, se você quiser desenvolver conexões mais profundas com amigos, colegas ou pessoas importantes, cultivar sua inteligência emocional deve ser uma das suas principais prioridades.

Mas o que exatamente é inteligência emocional e como você desenvolve isso?

Em poucas palavras, inteligência emocional é a capacidade de reconhecer e regular suas próprias emoções, ao mesmo tempo que tem empatia pelos outros e mantém uma consciência de suas reações. Por sua vez, a inteligência emocional permite que você gerencie seus relacionamentos com mais eficiência, mesmo quando surge um conflito.

A boa notícia é que a inteligência emocional pode ser desenvolvida com a prática. Preparei nove dicas que vão ajudar você a aumentar sua inteligência emocional e fortalecer seus relacionamentos no processo!

1. Conheça a si mesmo

A base da inteligência emocional é a autoconsciência, pois ter uma compreensão profunda de si mesmo lhe dá percepções mais precisas de como você se depara com os outros. Para aumentar sua autoconsciência, faça um esforço para refletir sobre seus pontos fortes, oportunidades de desenvolvimento, fatores desencadeantes, valores e afins, para que você esteja intimamente familiarizado com o que te motiva. Faça isso regularmente!

2. Esteja aberto a comentários e críticas

Pessoas emocionalmente inteligentes são receptivas a ouvir e considerar o feedback de outras pessoas. Você pode concordar ou não com o ponto de vista delas, mas pesar o feedback pode ajudar a se proteger contra pontos cegos e a reconhecer se seus comportamentos estão tendo os efeitos que você esperava.

E se não saírem como o esperado, você pode ajustar suas ações ou pedir desculpas (ou, conscientemente, optar por não fazer isso). Mas de qualquer forma, você está se protegendo contra a negação e está aumentando sua inteligência emocional.

3. Identifique seus sentimentos em vários momentos durante o dia

Faça isso particularmente quando sentir fortes emoções. Se um colega de trabalho fizer um comentário que o provocou profundamente, faça uma anotação mental do que exatamente você está sentindo. Isso não apenas vai ajudar você a desenvolver seu vocabulário emocional, mas também a recuar um passo nas suas reações e a envolver as partes de seu cérebro associadas à solução de problemas. Dessa forma, você pode entender melhor suas emoções e usá-las a seu favor quando fizer escolhas sobre como interagir socialmente.

4. Tente praticar a “Atenção Plena” em todas as áreas da sua vida

Jon Kabat-Zinn , um pioneiro no campo de mindfulness, define o termo de maneira muito simples: a atenção plena é “prestar atenção intencionalmente… e sem julgamento, em casa passo do desdobramento da experiência”.
Ao aprender a observar seus pensamentos e sentimentos sem julgamento, você aumenta sua consciência deles e com mais clareza, evitando que fiquem confusos pela sua bagagem de suposições. Em outras palavras, a atenção diminui as chances de você ser inconscientemente influenciado por emoções negativas.

5. Respire fundo

Nós experimentamos fisicamente as emoções. Então, quando estamos estressados emocionalmente, nosso corpo reage em um nível evolutivo como se estivéssemos respondendo a uma ameaça na natureza. Isto é químico: nossos vasos sanguíneos se contraem, nossa respiração se torna mais superficial e nosso ritmo cardíaco acelera.

Mas se podemos acalmar a reação do nosso corpo diante desse estresse, o componente emocional é suavizado. Portanto, elimine o estresse do seu corpo pela raiz e consequentemente o estresse emocional diminuirá. Quando você se sentir tenso, respire lenta e profundamente, concentre-se em deixar o ar entrar e sair do seu diafragma. Depois de alguns minutos, você provavelmente se sentirá como se houvesse mais espaço em sua mente e coração, um estado inegavelmente melhor de se ter interações construtivas com outras pessoas.

6. Questione suas histórias, mesmo que você acredite nelas

Reconheça que existem várias maneiras de olhar para qualquer situação. Então, em vez de ceder a uma reação negativa automática quando você se incomoda com as ações de outra pessoa, vá com calma e considere se existem outras maneiras de explicar a situação. É claro que a raiva é uma emoção restritiva, por isso muitas vezes nos sentimos teimosamente ligados às nossas histórias particulares em torno de uma determinada situação. Mas se você puder, pelo menos, tente este exercício. Mesmo se você não mudar sua opinião sobre o que aconteceu, o tempo que você gastou pensando nisso pode acalmá-lo o suficiente para optar por uma resposta mais construtiva.

7. Pratique emoções positivas (e observe com o resultado será melhor)

As pessoas que experimentam emoções positivas desfrutam de relacionamentos melhores, e são mais resistentes em resposta a eventos negativos. Portanto, faça intencionalmente coisas que te trazem alegria. Embora existam inúmeras atividades que fazem isso por você, busque comportamentos que tentem incluir a gratidão, boas ações, que exercitem e relembrem experiências positivas.

8. Pratique a empatia

Pessoas emocionalmente inteligentes são muito boas em se colocar no lugar dos outros. Portanto, considere situações da perspectiva de outras pessoas para entender melhor quem está ao seu redor. Essa percepção aprimorada vai lhe permitir uma conexão com elas de maneira mais eficaz, e pode até ensinar algo sobre você no processo.

9. Enfrente o estresse e a ansiedade

Você está mais propenso a “enfrentar de cabeça erguida” quando ocorrem desentendimentos? Ou, prefere “enfiar a cabeça na areia”? Lide com conflitos de maneira mais eficaz, abordando as questões de frente de forma assertiva, porém respeitosa – sem estar na defensiva.
Ouvindo empaticamente a outra pessoa, você também cria espaço para levar seus próprios pensamentos e sentimentos em consideração. Ouvir pode ser um gesto assertivo, pois fazendo intencionalmente ajuda a drenar situações tensas de qualquer toxicidade desnecessária.

Embora essas estratégias sejam apenas a ponta do iceberg para aumentar sua inteligência emocional, colocá-las em prática fará com que você esteja no caminho certo para lidar com suas emoções e relacionamentos como um profissional!

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Reconhecida pelo Conselho de Psicologia para prestar serviços como Psicoterapia, Avaliação Psicológica e Orientação Profissional, eu posso ajudar de várias formas. E não só presencialmente, mas também à distância.